(*) Texto escrito por Luiz Carlos Jr, autor deste blog.
Sob o julgo dos olhares e percepções
de qualquer pessoa, a mídia apresenta todos os dias uma forma, uma ideologia e
finalmente a informação. O trato da notícia, a imparcialidade, a moderação
igualitária de voz para os mais diferentes casos, já não é uma verdade (e
diga-se de passagem, nunca foi), para aqueles que recebem a informação e
simplesmente absorvem o conteúdo de uma maneira mais natural e aceitável
possível.
Não
aplicando conceitos, mas uma concessão pública é um ato de “autorização” para
que empresas privadas atuem no campo público e para o público. Apesar disto ser
uma verdade, é notável o uso das concessões para gerir uma gama de vantagens
para o privado, esquecendo-se (ou não) da tese inicial.
A
onipotência da mídia é invisível, porém notável. Seja qual for a forma: desde
um anúncio até uma notícia com interesses próprios e/ou organizacionais, fica
evidente que a permeabilidade da conjuntura midiática na sociedade é real e, ao
que parece, inevitável.
Portanto,
diante deste cenário de poder, influência e facetas, os olhos críticos
proporcionam uma refinação de ideias, pensamentos e informações, que são
impostas à sociedade de uma forma em que há um aproveitamento da alienação
extrema e até mesmo de desinformados – por não possuírem o direito básico de
formação da própria opinião.
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